Portal de Conferências da IMED, X Mostra de Iniciação Científica e Extensão Comunitária e IX Mostra de Pesquisa de Pós-Graduação da IMED 2016

Tamanho da fonte: 
Uso de novas tecnologias como forma de representação para projetos arquitetônicos
Camila Barcellos Zanella, Anicoli Romanini, Marcele Salles Martins, Elvira Lantelme

Última alteração: 2016-07-13

Resumo


Segundo Sperling et. al. (2015), a arquitetura em relação a construção e projeto é historicamente feita sobre o princípio da visão. Dessa forma, percebe-se a importância da pesquisa e conhecimento sobre métodos de inclusão social para deficientes visuais no campo da arquitetura, de modo a repensá-la diante de outros sentidos. A presente revisão bibliográfica apresenta algumas pesquisas sobre a criação de maquetes para pessoas com algum tipo de deficiência visual, de modo a transformar o desenho arquitetônico em algo efetivamente universal, por entender que o processo de criação e representação na arquitetura prevalece sendo feito por meio do papel, porém com o avanço das novas tecnologias, é possível a inclusão do deficiente visual no uso de maquetes e plantas táteis para o seu auxílio na locomoção independente em diferentes locais.


Palavras-chave


Arquitetura inclusiva, deficiente visual, novas tecnologias, maquetes e plantas táteis

Referências


Sperling, David M.; Vandier, Inácio; Scheeren, Rodrigo; "Sentir o espaço: projeto com modelos táteis", p. 108-112 . In: . São Paulo: Blucher, 2015.

Linardi, Ana Beatriz; Ramos, Fernado da Silva; Garotti, Flavio Valverde; Damiani, Vitor; "A impressão 3D como suporte para o ensino das artes para deficientes visuais", p. 564-568 . In: . São Paulo: Blucher, 2015.

Bem, Gabriel Moraes de; Pupo, Regiane Trevisan; "Imprimindo o espaço para as pessoas com deficiência visual: uma revisão sistemática", p. 148-152 . In: . São Paulo: Blucher, 2015.


Texto completo: PDF