Portal de Conferências da IMED, XI Mostra de Iniciação Científica e Extensão Comunitária e X Mostra de Pesquisa de Pós-Graduação IMED 2017

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AVALIAÇÃO DA ANSIEDADE DOS PACIENTES FRENTE AO ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO
Renata Pletsch Piano, Michele Natara Portilio, Lilian Rigo

Última alteração: 2017-07-26

Resumo


Introdução: O medo pode ser conceituado como um temor a algo ou alguma coisa que é externo e que se apresenta como um perigo real, que ameaça a integridade física ou psicológica da pessoa, caracterizado por um conhecimento intelectual do mesmo. Já a ansiedade é caracterizada como um temor, porém, nesse temor, não existe um objeto real. Objetivo: O objetivo do presente estudo foi verificar se há ansiedade do paciente em relação ao atendimento realizado nas clínicas de odontologia da faculdade IMED, tanto para procedimentos cirúrgicos como para os não cirúrgicos e identificar qual o momento do atendimento de maior ansiedade para o paciente, através de questionário adaptado da Escala de Corah. Metodologia: O presente estudo tem abordagem quantitativa de corte transversal. A pesquisa foi realizada no consultório modelo e nas diferentes clínicas da Faculdade de Odontologia da IMED. Consiste de um questionário com 4 perguntas, cada uma com 5 alternativas de respostas, cada alternativa de resposta recebeu uma pontuação (1 a 5). Para efeito de interpretação do grau de ansiedade, pacientes cuja soma das respostas foi inferior a 5 pontos, são considerados muito pouco ansiosos; entre 6 a 10 pontos, levemente ansiosos; entre 11 a 15 pontos, moderadamente ansiosos; e somas superiores a 15 pontos, extremamente ansiosos. Análise e resultados: Os dados foram coletados de agosto à novembro de 2016 e foram analisados por estatística descritiva e inferencial. Obteve-se uma amostra de 94 participantes dos quais 36 eram do sexo masculino (38,3%), e 58 eram do sexo feminino (61,7%). A idade predominante foi de 31 a 50 anos (41,5%) e a maior parte dos participantes foi atendida nas clínicas (84%). A grande maioria dos participantes relataram pouca ansiedade (69,1%), e os que relataram ansiedade extrema foram a minoria absoluta (1,1%). Conclusão: Foi possível concluir que o índice de ansiedade dos pacientes em relação ao atendimento odontológico realizado nas clínicas de odontologia da faculdade IMED, tanto para procedimentos cirúrgicos como para os não cirúrgicos foi baixo. O momento de maior ansiedade para os pacientes foi no aguardo para realização do procedimento anestésico já na cadeira odontológica. A maioria dos pacientes eram adultos do sexo feminino.

Referências:
MEDEIROS, L. A. et al. Avaliação do grau de ansiedade dos pacientes antes de cirurgias orais menores. Rev Odontol UNESP. Araraquara, v. 42, n. 5, p. 357-363, 2013.

Palavras-chave


ansiedade