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DIALÉTICA E COMUNICAÇÃO: cartas escritas e narradas em grupo terapêutico
Jane Lorena Albuquerque, Vanessa Domingues Ilha

Última alteração: 2018-09-03

Resumo


Introdução/ Objetivo: a comunicação intersubjetiva e a empatia existem da multiplicidade de fenômenos (Gallese, 2003). Sendo assim, cartas escritas e narradas são instrumentos enriquecedores para grupos terapêuticos, visto que a linguagem verbal não é a única forma de comunicação (Gonçalves et al., 2013). Com isto o principal objetivo deste estudo é promover uma análise reflexiva, sobre a relevância dialética da comunicação através de cartas, em grupos terapêuticos. Metodologia / Método: revisão de literatura com palavras chaves predefinidas, buscas em banco de dados, revistas e artigos científicos. Hipótese/ Descrição/ Análise de dados: a dialética através de cartas, permite manifestações de fatores latentes e subjetivos, possibilitando uma comunicação empática e distinta para a ressignificação dos mesmos (Oliveira, Resende, & Rasera, 2015). A análise de conteúdo foi qualitativa e baseada em Bardin (2011), identificando características internalizadas e explícitas através da comunicação. Resultados/ Considerações finais: quando analisados minuciosamente os resultados revisados, percebe-se que os instrumentos são favoráveis para uma comunicação ampla e compreensiva dos fenômenos em terapias de grupo. Sem embargo a dialética da comunicação através de fatores intrínsecos, pode tornar a complexidade do manejo terapêutico mais flexível e eficiente.


Palavras-chave


(Cartas Terapêuticas; Comunicação; Grupo terapêutico).

Referências


Bardin, L. (2011). Análise de conteúdo. (L. A. Reto e A. Pinheiro, Trad.). Lisboa, Portugal: Ed. 70, LDA. (Obra original publicada, 1977 na França.).

Gallese, V. (2003). The roots of empathy: the shared manifold hypothesis and the neural basis of intersubjectivity. Psychopathology, 36(4), pp. 171-180. doi: 10.1159/000072786

Gonçalves, T. M., Follmann, J. I., Christ, A. G., Prum, M. B. S. V., Ricken, L. D. S., da Silva, I. S., & Tomazi, G. M. (2013). Desvelando identidades através de retalhos de histórias de vida: práticas de psicologia social. Ciências Sociais Unisinos, 49(2). doi: 10.4013/csu.2013.49.2.04

Oliveira, T. R., Resende, P. C. M., & Rasera, E. F. (2015). A utilização de cartas na formação docente: uma contribuição construcionista social. Nova Perspectiva Sistêmica, 52, pp. 64-76.


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